Esta página traz o raio-x de 80 verificações para rodar no seu próprio site, as cinco camadas da Arquitetura Cognitiva do SEO com o modo de falha de cada uma, a planilha de acompanhamento de menção em resposta gerada, e as referências com data de acesso. O material é aberto e pode ser usado em auditoria própria.
A ferramenta abaixo roda no seu navegador e guarda as respostas nele. Nada é enviado para mim, e nada some se você fechar a aba. O nível 1 de cada sintoma roda sem ferramenta paga, só com o navegador aberto.
Autodiagnóstico
Oitenta verificações técnicas em seis sintomas. O nível 1 roda no navegador, sem ferramenta paga. Responda o que conseguir e veja a pontuação com o plano de ação na última aba.
Pontuação
0,0/30
Comece pelo sintoma 01
0 de 80 respondidas
As oitenta verificações saíram do meu trabalho de auditoria.
Os sintomas são organizados pelas cinco camadas da Arquitetura Cognitiva do SEO, modelo autoral de Amanda Noronha.
Amanda Noronha®, 2026.
As cinco camadas, e o que cada uma responde
O raio-x se organiza por um modelo de leitura, sem prescrever ordem de execução. São cinco camadas cumulativas: falha na primeira anula as demais, e resolver as três primeiras não garante as duas últimas.
Camada
A pergunta que ela responde
O modo de falha
1. Rastreabilidade rastreamento, indexação, links
O sistema chega até o conteúdo?
O conteúdo existe e o rastreador não chega até ele.
2. Estrutura HTML, schema, arquitetura
O conteúdo pode ser recuperado em partes?
O rastreador chega e não consegue separar o que é preço, o que é autor e o que é especificação.
3. Interpretação vetores e contexto semântico
O sistema entende do que se trata e a quem pertence?
A página é lida e fica distante, em vetor, da forma como a pergunta foi feita.
4. Memória entidade e autoridade
A marca é lembrada quando a resposta não gera clique?
A marca é entendida numa página e não é reconhecida como a mesma entidade nas outras.
5. Ação decisão e execução por agentes
A pessoa ou o agente decide a partir daquilo?
A marca é citada na resposta e não é a recomendação final.
Onde a verificação para de ser verificável
Trinta e cinco das oitenta verificações citam a documentação que as sustenta. A fonte aparece dentro do próprio item, além da lista do fim da página, porque quem está conferindo precisa dela ali, na mão.
As outras quarenta e cinco não citam nada, por decisão declarada.
Elas são de três tipos. Método de medição, como rodar a mesma pergunta em três plataformas dentro da mesma janela e registrar a posição da marca. Leitura de vocabulário, como comparar o texto da página com a forma em que a pergunta de fato chega. Decisão editorial, como a cadência de publicação que sustenta recorrência. Nenhum dos três tem documentação oficial para citar, porque nenhum é regra de plataforma. São ofício.
Pendurar um documento do Google numa verificação sobre cadência editorial produziria fonte de enfeite. Ela não sustentaria a verificação, e faria o leitor técnico desconfiar também das que estão corretas.
A distribuição diz algo sobre o problema
Sintoma
Com fonte
Camada
01 Entidade inconsistente
10 de 13
Memória
02 Dados ilegíveis por agente
11 de 14
Estrutura
03 Ausência entre plataformas
2 de 13
Memória
04 Confiança não verificável
11 de 14
Ação
05 Distância vetorial do público
0 de 13
Interpretação
06 Presença não recorrente
1 de 13
Memória
Os sintomas 01, 02 e 04 vivem nas camadas de memória, estrutura e ação, justamente nos pontos em que as plataformas publicam regra. Schema, marcação de autoria, renderização e controle de rastreio têm documentação oficial farta, e a maior parte das verificações deles cita fonte.
Os sintomas 03, 05 e 06 vivem onde nenhuma plataforma publica regra. Como medir presença em resposta gerada, quanto o vetor da sua página se aproxima da forma da pergunta, e quanta repetição sustenta memória são perguntas em aberto. Trinta e seis das trinta e nove verificações desses três sintomas ficam sem fonte, e esse vazio é o mapa da fronteira aberta.
A planilha de acompanhamento de prompt
Os sintomas 03 e 06, ausência entre plataformas e presença não recorrente, dependem de observar a resposta gerada ao longo do tempo. Uma rodada do raio-x mostra o retrato do dia, e a planilha mostra se a sua marca entra, sai ou muda de posição semana a semana.
Ela faz o mesmo acompanhamento que uma ferramenta paga faz, em cinco colunas: uma rodada por semana, sempre com as mesmas perguntas e nas mesmas plataformas. O recorte e a data são o que torna o dado citável depois.
Prompt
Plataforma
Data
Marcas citadas
Sua posição
“melhor [categoria] para [uso]”
Plataforma 1
17/09
A, B, C
não citada
“melhor [categoria] para [uso]”
Plataforma 2
17/09
A, C, sua marca
citada, 3º
“[categoria] confiável em [região]”
Plataforma 1
18/09
sua marca, B
recomendada
Duas regras que mudam o resultado. A primeira é rodar sem login, porque sessão logada carrega histórico e o histórico contamina a resposta. A segunda é registrar a data, porque a mesma plataforma responde de forma diferente com um dia de intervalo, e sem data não há como saber qual das duas respostas você mediu.
Onde está a planilha: o link vem no PDF do diagnóstico, que você gera na aba Resultado do raio-x. Ela abre como cópia no seu Google Drive e traz as oitenta verificações, os pesos, as fontes e o cálculo da nota, para repetir o diagnóstico daqui a alguns meses, além da aba de acompanhamento de prompt no formato da tabela acima.
Referências
Cada fonte foi conferida na data de acesso indicada.